de quem é o código?
seu, desde o primeiro commit. fica na sua conta do git e você leva pra quem quiser. a gente não usa termos de licença, framework próprio nem truque de hospedagem pra deixar a saída cara.
quem é dono fica definido no primeiro dia. no final, não sobra nada pra negociar. o repositório é criado na sua conta do git, no seu nome, e cada commit entra ali com um histórico que dá pra ler. o mesmo vale pras contas em volta: hospedagem, domínio, banco de dados, analytics. a gente cria tudo no seu nome, você é o dono, e a gente trabalha dentro delas como colaborador que você pode remover quando quiser.
o que "sem fidelidade" quer dizer na prática
muito fornecedor diz que o código é seu e, mesmo assim, dá um jeito de deixar a saída cara. os truques de sempre:
- uma licença que deixa você usar o código, mas não levar pra outro lugar
- um framework ou plataforma própria que só o time deles conhece
- hospedagem na conta deles, então o site vai embora junto com o contrato
- uma stack tão fora do comum que ninguém mais aceita orçar
a gente não faz nada disso. a gente escolhe ferramenta pra qual existe gente no mercado, hospedagem que dá pra levar pra outro provedor e uma stack que outro desenvolvedor consegue assumir. com o documento de handover junto, a próxima pessoa, ou a próxima agência, não começa do zero.
e se você sair
você tira o nosso acesso e segue a vida. não tem nada pra exportar nem multa pra pagar, porque a gente não segura nada. contrato mensal é mês a mês. e se a gente quiser sair cobre o resto, e a página de software lista o que vem em toda entrega.