e se a gente quiser sair?
você sai. não tem fidelidade: o código, os domínios, as contas de nuvem e o analytics são seus desde o primeiro dia. a gente entrega a documentação e os acessos, e não fica com nada de refém. contrato mensal é mês a mês.
sair tem que ser sem drama, e a gente monta tudo desde o primeiro dia pra ser assim. o jeito que a maioria das agências deixa a saída cara é ficando dona das coisas no seu lugar: o repositório do git, a conta de hospedagem, o registro do domínio, as contas de anúncio, a propriedade do analytics. aí o handover vira negociação. a gente não faz isso.
o que já é seu
- o código-fonte, na sua conta do git, no seu nome, desde o primeiro commit
- as contas de hospedagem, domínio, banco de dados e analytics, criadas no seu nome e com você como dono
- google ads, meta business, GA4 e o pixel, com a gente como gerente e fora no dia em que você pedir
- o documento de handover: como atualizar o conteúdo, pra quem ligar, o que roda onde
a gente também escolhe tecnologia chata de propósito: ferramentas pras quais existe gente no mercado e que outro time consegue assumir. nada de framework próprio, termo de licença ou truque de hospedagem que só a gente sabe operar.
como a saída acontece na prática
num projeto fechado, não tem nem o que encerrar: ele foi entregue com a documentação e as chaves. no contrato mensal, é mês a mês, avisando com 30 dias. a gente entrega a documentação atualizada e os acessos, e sai de todas as contas. se você está indo pra um engenheiro interno ou outra agência, o que a gente deixou escrito está lá pra eles não começarem do zero.
às vezes sair é a decisão certa, e a gente vai dizer isso: existe um tamanho de empresa em que ter engenheiro na equipe ganha de lavada. as respostas relacionadas são de quem é o código? e de quem são as contas de anúncio?