~$ rebootworks
trabalhar com a gente

não entendo de tecnologia. isso é um problema?

nenhum, e a maioria dos nossos clientes também não entende. a gente explica pelo que você controla e pelo que você vai ver na prática, sem jargão. você descreve o objetivo; a gente cuida do resto e te conta como as coisas estão, nas palavras que você já usa.

você é o caso normal. quem contrata a gente toca clínica, empresa de logística, prestação de serviço, escritório. conhece o próprio negócio de cor e não tem o menor interesse em aprender o que é um proxy reverso, e está certo. o nosso trabalho é traduzir, e garantir que você nunca precise confiar na gente de olho fechado só porque não tinha como conferir.

como a gente mantém isso entendível

  • o escopo diz o que você vai conseguir fazer quando ficar pronto, não qual framework foi usado
  • você recebe um link de preview no primeiro dia. clicar numa coisa é melhor do que ler relatório sobre ela
  • as atualizações são curtas, por escrito e nas suas palavras: "as faturas agora saem sozinhas", não "cron job em produção"
  • o relatório de pentest abre com um resumo de uma página, escrito pra quem não trabalha com segurança
  • o documento de handover explica como atualizar o conteúdo, pra quem ligar e o que roda onde, escrito pra gente normal, não pra engenheiro

o que a gente precisa de você

o objetivo, mais ou menos pra quando, e qualquer limite que importe: teto de orçamento, prazo, um sistema que precisa continuar em pé. você não precisa dizer qual é a solução. se a gente fizer uma pergunta técnica, é porque a resposta muda o preço ou a data, e a gente explica o porquê. quando a resposta honesta é "ainda não sei, me ajuda a entender", isso é uma das opções do formulário de contato, e é um bom começo.

a gente também deixa tudo escrito pra você não ficar dependente. se um dia quiser uma segunda opinião, outro engenheiro consegue ler o que a gente deixou e seguir dali. veja o que mandar na primeira mensagem, ou, se só quer uma hora de resposta direta, isso sai barato.

ler no contexto