um time pequeno que assume a parte técnica inteira
a rebootworks nasceu porque empresa vivia sendo empurrada de um fornecedor pro outro. a agência de site não fazia segurança. a empresa de segurança não fazia marketing. a agência de marketing precisava de um desenvolvedor que ninguém tinha. a gente faz as três coisas pra nada ficar sem dono.
o buraco que a gente vivia encontrando
uma empresa contrata um site. dois anos depois, quem fez sumiu, o aviso de renovação do domínio cai num email que ninguém abre mais, o formulário de contato parou de funcionar numa atualização de plugin e ninguém percebeu, e ninguém nunca testou se dá pra invadir. cada uma dessas coisas é responsabilidade de alguém, e na maioria das empresas esse alguém não existe.
esse é o nosso trabalho, e ele não acaba: é acompanhamento contínuo, não projeto com data de entrega. alguém precisa enxergar o todo: o que foi feito, onde roda, quem tem acesso e se as pessoas conseguem encontrar.
como a gente trabalha
seis coisas que a gente deixou por escrito, porque são justamente as que ficam pelo caminho quando o projeto estica.
linguagem simples, sempre
se você não consegue repetir pro seu contador o que a gente explicou, a gente explicou mal. a gente escreve com as palavras que você já usa.
valor fechado é fechado
o preço do orçamento é o preço da nota. se o escopo mudar, você recebe um valor novo pra aprovar antes de a gente mexer em qualquer coisa.
tudo é seu
código, domínios, contas de nuvem, analytics: tudo no seu nome desde o primeiro dia. ir embora tem que ser fácil; se não for, o trabalho não foi bom o suficiente.
segurança não é item extra
a gente tenta invadir tudo que constrói antes de lançar. já está incluído, porque entregar algo que qualquer um derruba não é trabalho pronto.
a gente vai discordar de você
a opção mais barata, a ferramenta pronta, o recurso que você ainda não precisa. melhor perder escopo do que perder sua confiança.
no papel, não na memória
decisões, acessos e como tudo funciona ficam em documentos que são seus, pra nada importante depender só da nossa memória.
empresas onde o software é importante, mas não tem dono
- fundadores lançando o primeiro produto sem um sócio técnico
- negócios que o próprio dono toca, com a operação inteira em planilha
- clínicas, prestadores de serviço e escritórios com agendamento, cadastros e obrigações legais pra dar conta
- times que herdaram um site e não acham mais quem fez
- agências que precisam de um parceiro técnico por trás do que entregam pros próprios clientes
- quem está pra receber perguntas difíceis sobre segurança de um cliente maior
se você já tem um time de engenharia forte dentro de casa, provavelmente não precisa da gente. mas a gente ainda serve como uma boa segunda opinião.
a estrutura
pequeno de propósito
um time sênior que fala com você direto. sem gerente de conta levando recado pra alguém que você nunca vê.
remoto e presente
a gente trabalha em vários fusos e responde em até um dia útil. reunião quando ajuda, mensagem quando não.
inglês e português
a gente trabalha com tranquilidade nos dois, inclusive na documentação e em tudo que seus clientes vão ler.
build → grow → run
três frentes, um contrato só e as mesmas pessoas respondendo por tudo.
valor fechado, por padrão
cobrar por hora premia quem demora. a gente orça o resultado e assume o risco se errar a estimativa.
sem fidelidade, nunca
contrato mensal, mês a mês, handover completo quando você pedir e documentação boa o bastante pra alguém nos substituir.
como a gente sabe que deu certo
antes de começar, a gente combina com você o que significa "deu certo". raramente é tráfego. quase sempre é hora que sobrou pra alguém, erro que parou de acontecer ou negócio que destravou. essa medida entra no escopo, e é sobre ela que a gente presta contas.
- horas por semana que voltam pra alguém com nome e sobrenome
- etapas manuais cortadas de um processo
- tempo entre o primeiro contato e o agendamento ou orçamento
- falhas corrigidas e testadas de novo
- contatos qualificados, e não só visitas