~$ rebootworks
sobre

um time pequeno que assume o problema técnico inteiro

a rebootworks começou porque as empresas viviam sendo repassadas. a agência web não fazia segurança. a empresa de segurança não fazia marketing. a agência de marketing precisava de um desenvolvedor que ninguém tinha. a gente faz as três coisas pra nada cair no vão.

o vão que a gente vivia vendo

uma empresa manda fazer um site. dois anos depois quem fez está inalcançável, o domínio renova numa caixa de email abandonada, o formulário de contato falha em silêncio desde uma atualização de plugin, e ninguém nunca tentou invadir. cada uma dessas coisas é trabalho de alguém, e na maioria das empresas esse alguém não existe.

esse é o trabalho que a gente faz, e é um trabalho contínuo, não um projeto com data de fim. alguém precisa segurar o quadro inteiro: o que foi construído, onde roda, quem consegue acessar, e se alguém consegue encontrar.

um time pequeno trabalhando junto
cat principles.md

como a gente trabalha

seis coisas que a gente colocou por escrito, porque são as que caem quando um projeto se estende.

01

linguagem simples, sempre

se você não consegue repetir nossa explicação pro seu contador, a gente explicou mal. a gente escreve com as palavras que você já usa.

02

um valor, mantido

o preço que a gente orça é o preço da sua fatura. se o escopo muda, você recebe um novo valor pra aprovar antes de a gente começar.

03

tudo é seu

código, domínios, contas de nuvem, analytics, tudo no seu nome desde o primeiro dia. sair deveria ser fácil, ou o trabalho não foi bom o bastante.

04

segurança não é upsell

a gente ataca toda entrega antes do lançamento. está incluído, porque entregar algo quebrável não é trabalho terminado.

05

a gente vai te desaconselhar

a opção mais barata, a ferramenta de prateleira, o recurso que você ainda não precisa. perder escopo é melhor do que perder sua confiança.

06

escrito, não lembrado

decisões, acessos e como tudo roda ficam em documentos que são seus, pra nada importante morar só na nossa cabeça.

explicando trabalho técnico pra um cliente
pra quem a gente é

empresas onde software importa mas ninguém é dono dele

  • fundadores lançando um primeiro produto sem cofundador técnico
  • negócios tocados pelo dono cuja operação vive em planilhas
  • clínicas, prestadores de serviço e escritórios com agendamento, registros e compliance pra cuidar
  • times que herdaram um site e não conseguem falar com quem construiu
  • agências que precisam de um parceiro técnico por trás do trabalho pros próprios clientes
  • quem está prestes a receber perguntas difíceis de segurança de um cliente maior

se você já tem um time de engenharia forte dentro de casa, provavelmente não precisa da gente. a gente ainda é uma boa segunda opinião.

uname -a

a estrutura

pequeno de propósito

um time sênior com quem você fala direto. sem gerente de conta repassando recado pra alguém que você nunca conhece.

remoto, responsivo

a gente trabalha em vários fusos e responde em até um dia útil. ligação quando ajuda, texto quando não.

inglês e português

a gente trabalha com conforto nos dois, incluindo documentação e qualquer coisa que seus clientes vão ler.

build → grow → run

três frentes, um contrato, e um único grupo de pessoas que responde por tudo.

preço fixo por padrão

cobrar por hora recompensa lentidão. a gente orça o resultado e carrega o risco das próprias estimativas.

sem amarras, nunca

contratos mês a mês, handover completo quando pedir, e documentação boa o bastante pra nos substituir.

resultados em tendência de alta
o que a gente mede

como a gente sabe que funcionou

antes de um projeto começar a gente combina o que contaria como funcionar. raramente é tráfego. geralmente são horas devolvidas a uma pessoa, erros que pararam de acontecer, ou um negócio que deixou de estar travado. a medida entra no escopo, e é contra ela que a gente reporta.

  • horas por semana devolvidas a uma pessoa com nome
  • passos manuais removidos de um processo
  • tempo entre o contato e o agendamento ou orçamento
  • achados corrigidos e retestados
  • contatos qualificados em vez de sessões brutas
man about

sobre a gente

Q:qual o tamanho do time?
deliberadamente pequeno e sênior. você fala com as pessoas que fazem o trabalho, e a gente traz especialistas com quem já trabalhou quando um projeto precisa. a gente prefere recusar trabalho a colocar alguém por quem não pode responder.
Q:onde vocês ficam?
a gente trabalha remoto e atende clientes internacionalmente. tudo roda por email, um canal compartilhado e ligações quando são úteis, do mesmo jeito que a maioria dos times de engenharia já trabalha.
Q:quais setores vocês conhecem bem?
saúde e clínicas, logística, prestadores de serviço e trabalho em campo, serviços profissionais, e produtos de software em estágio inicial. a gente também já fez resgates pontuais o bastante pra ficar à vontade rápido em território desconhecido.
Q:vocês assinam nda?
sim, e a gente assina o seu em vez de insistir no nosso. pra trabalho de segurança a gente assina também um documento de escopo e regras de engajamento, que protege os dois lados.